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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Destino.

   Agora.

   Uma síndrome de certeza absoluta investindo contra portas destrancadas.

   E paz.

   Harmonia natural, do vento nas árvores e das nuvens no céu, dos carros em suas quintas marchas.

   Tudo está em seu devido lugar.

   Cada esquina e cada tropeço de cada um de nós. Os dias bons e os dias ruins e os ótimos dias todos parecem pálidos quando comparados ao presente. É um presente. Será que sentem essa benção como eu?
   A sincronia de ritmos cardíacos. A sintonia de futuros possíveis. Possíveis futuros sobre os quais é perigoso pensar. E mesmo que não tenha sentido, estou sentindo que estou onde deveria estar.

    Parece que vim guiado pelo destino e permito-me viver, ficar e deixar tudo como está.

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