Você é minha.
Não porque eu tenha sua posse. Não! Pelo contrário: você é minha porque deseja ser, não porque eu a deseje. E isso não quer dizer que eu não deseje, pois eu desejo.
Desta forma, reconheço o que os homens ignoram: o que nos liga não é uma corrente que sai de mim e a prende, mas um laço que vem de nós dois, na direção um do outro. Portanto debruço meus esforços em dar-te mais motivos para ficar e não em criar grades que a prendam a mim.
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