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terça-feira, 18 de novembro de 2014

Cento e Quarenta



Nesta terra de palavras vazias e letras poucas, ela é uma colher cheia. Não. Um mar inteiro de boas ideias, soberana de pensamento e emoção.

Sob efeito da abstinência mais cruel, ela me pintou com um pincel de poesia, de Anjos e de Rosa. Sou agora de Jobim, de Moraes, de Bandeira.

Ela me reinou em cento e quarenta caracteres apenas. De frase em frase, sob este efeito de angustiante sobriedade, eu sou apenas de Andrade.

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