"Margareth, Margareth!", o lamento ecoou pelas pedras da ruína gelada
Mas não havia ninguém para ouvir na casa esburacada
O fim chegou como a súbita chuva de verão
A mesma que chorava sobre as terras do barão
O cavaleiro chorava sobre o corpo pálido de sua amada
Depois desta noite, ela estaria para sempre calada
"Margareth, meu amor, não se vá!", o lamento morre nos corredores vazios
Mas não havia ninguém para ouvir e o cavaleiro então sorriu
Louco estava, louco ficara, e para sempre atormentado
Por trair o senhor a quem estava juramentado
Este, furioso, ordenou que uma colheita vermelha fosse feita
"Matem todos!", disse ele, "E que o barão viva para lembrar de sua desfeita!"
"Margareth..." a voz do barão e o lamento desapareceram então
Mas não havia ninguém para ouvir e assistir parar seu coração.
Nenhum comentário:
Postar um comentário