Uma chama que nunca se apagará. Uma joia escarlate pulsante, num domo delicado de cristal, como a rosa do pequeno príncipe. Um espirito flamejante e suspirante, um ifrit, uma estrela. Agni...
Oculta para o mundo, um fogo que arderá sem se ver, uma ferida que doerá sem que eu a sinta. Até vê-la. E novamente vê-la. E novamente amá-la. E novamente sofrê-la.
Eternamente e para sempre. Num paralelo com ela, mas aqui sem ela.
Um adeus in definitivo. Ou um até logo.
Nesta vida, ou na próxima.
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