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| Foto de Nate Walton em http://papodehomem.com.br/18-bom-dia-nate-walton/ |
Repetidamente apertei o botão da câmera, ouvindo o estalar repetir, enquanto as lentes piscavam seus olhos, gravando - estáticos - os primeiros minutos do amanhecer que se espreguiçava sobre a pele dela.
Sinceramente, "morrer de amor" nunca fez tanto sentido. Ainda que eu me sentisse mais vivo do que em qualquer outro momento dos meus longos e intensos vinte anos. Agora entregue, ela me deixou enxergar verdadeiramente o que havia de mais sensual atrás aqueles orbes dourados que traz no lugar dos olhos. Seus sorrisos e expressões iluminavam cada foto com a lascívia de uma noite parisiense.
E de falar na cidade luz, acho uma metáfora. Aqui, junto dela, foi como se estivesse subindo a Eiffel, chegando mais e mais perto do céu.
Cá entre nós, a campainha de São Pedro definitivamente tem o som de uma câmera fotográfica. E eu continuo pedindo para entrar.
Clic.

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