"Eu quero a sorte de um amor tranquilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva [...]"
O que é esse sabor de fruta mordida?
É a fruta da que já se provou? Aquela que foi aos lábios e se afastou deles?
Pois se é, então que me venham novamente frutas aos lábios. Uma que transforme meu tédio em melodia, como um remédio que me dê alegria.
Desde que seja um amor tranquilo. E que tenha boca, nuca, mão. Minha mente não irá ao lugar nenhum.
Não terá moedas pra dar garantia, não. Mas por todo inferno e céu de todo dia, transformo a vida toda em poesia. Dessas poesias que a gente não vive.
Encontro, sim, tua fonte escondida. E se o teu corpo inteiro, for como o conheço, um furacão. Temos todo o amor que houver nesta vida, não?
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