Amores não acabam, simplesmente. Eles se transformam, se dispersam, se dividem. Como rosas, envelhecem, escurecem e então, podem multiplicar-se, revivendo ainda mais belas e aveludadas, ou podem deixar cair suas pétalas, uma a uma, até nada restar, senão um ramo vazio; memória do que ali antes existia.
Depois vem novamente a primavera, e faz rosas mais belas brotarem.
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