Bati na porta de um bordel - mas não sou francês - era um puteiro mesmo. Entre sonhos quebrados e romances falidos enchi meu prato de sexo sem sal. Não quis comer aquela coisa escrota.
Bebi mesmo foi um copo de lágrimas das vadias mais velhas e amargas, que foram tão inocentes um dia. Coisa que pouca gente tem coragem. Droga dessas pesadas que ninguém pode oferecer e que menos ainda sabe procurar. O gosto do drink ainda perdura na minha língua.
E todo mundo quer provar.

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