Boa noite. Sonolenta noite. Silenciosa madrugada indistinta.
Rói minha sanidade, essa agoniante esperança, essa fome que nunca satisfaço por completo.
A loucura se espalha dentro de mim como um incêndio consome as folhas de uma floresta seca.
Nasce da língua irriquieta que pede mais que água. Pede mais de si mesma em outra igual.
Como suprimir um instinto tão primal, tão humano e tão potente?
A única solução tem nome próprio. Aqui propriamente inscrito.
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