Para que minhas decisões sejam só minhas, por mais que te envolvam. Para que as minhas declarações traidoras e minhas interpretações confusas não estejam batendo à sua porta. Desse modo ficarei pesando meus futuros e minhas escolhas, testando o resto do elenco. Coloquei a bailarina para fora do espetáculo, para reescrever a peça quase que por inteiro, pois recomeçaremos neste próximo amanhecer, este eterno espetáculo.
Diabólicos amores, difíceis decisões, rotinas intensas e imprevisíveis. Nossas histórias e as deles, e as delas, se entrelaçam. Complexo enredo retratando este ensaio de vida. Vida. Não há nada mais complicado que a vida.
Mas não podemos retroceder, ou corrigir. Só podemos continuar improvisando. Sem ensaios, sem testes, sem repetição. Já sem saber quem é protagonista e quem é coadjuvante.
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