Mil maneiras eu imaginei.
Uma a menos do que deveria, mas precisava ser, pois uma coisa nunca acontece duas vezes do mesmo modo.
De relatar, de me aproximar, de vir a ser o que deveria.
De confessar.
Para explicitar meu desejo e minha aflição, minhas dúvidas.
De declarar, mesmo sem saber se as cartas sem nome seriam mesmo para mim.
Ter pressa sem saber em que lugar irei chegar. Sem saber por que me apresso.
Mas afinal, não tenho nada a perder.
Sem risco, não há glória.
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