Estava lá, mas não estava. Duas chaves na mão. De uma delas já tinha experimentado o doce e o amargo, era viciante, intenso. Mas da outra, era tão mais... constante, carinhoso, mais, só mais. É estar apaixonado duas vezes por pessoas diferentes, totalmente distintas, ao mesmo tempo, tolamente. É cansar de pesar, de pensar, de cansar. É remoer os dois amores como frutas amargas. Seria tão mais fácil se fosse o tolo amor platônico, de um único objeto de adoração, uma única mulher, uma única fruta, seria doce.
Alguns veem a combinação perfeita num par, mas... é aí que está, já não sei mais o que há depois do "mas". Acho que por mais que uma experiência tenha sido boa, não há nada que me prenda ao que passou, portanto, o "mas" perdeu o sentido.

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