quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
Sobre violões e beijos.
Sinto falta das cordas e da curva fria em que punha o rosto, pensando na vida. Aquelas curvas me conheciam bem até demais.
Encontrei algumas curvas novas. Curvas quentes, estas. Para deixar os dedos percorrerem e arrepiarem... A pele.
Um corpo de violão, para tocar e fazer soar. Soar acordes de um acordar noturno. O belo som que só dois corpos conseguem fazer. Uma música que sai suspirando pela boca.
Um instrumento de carne para tocar com os lábios e que se derrete. Néctar para beija-flor. E é de beijos que preciso.
Longos, apaixonados e confusos.
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