Bati à porta, bati. E cada prato que pedi, deixei.
A inocência que perdi, se foi.
Caí, na cova rasa que cavei.
Caí, na cova rasa que cavei.
Fechei. Uma janela acinzentada. Fuligem preta e morta.
Do cigarro que apagou, meu bem. E trago a dose que me deu.
Engole a sede que sofreste. Abrira a boca faminta e seca.
Eles rugiram. Se ergueram. Espancaram porque a carne estava azeda.
Soltaram, quando prenderam, num habeas corpus sem causa.
A reunião legiferante errara e adentraram numa lei vil desconstituída.
A legitimidade nascia no cano e na bala.
Acaba. Termina. Passa.
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