Sim. Ou melhor, não. Quer dizer, não mais. Na verdade, é um não com quê de sim. Mas ainda assim, um não.
Todos estão (mal)acostumados a dar segundas chances a tudo, enquanto eu - talvez infelizmente - não acredito nesse remédio santo. Pra mim, só há uma chance de realizar algo - um hábito nascido provavelmente na prática da arte do movimento, onde hesitar é errar e onde não há como desfazer um salto errado.
Deveríamos ter nos transbordado. Porque eu já havia saltado, mas você hesitou. Mais que isso até... Você parou completamente. E eu havia saltado. Não havia como voltar atrás. Então caí, sozinho. Me recuperei do baque e segui em frente.
Se Eu te desejo?
Não mais. Nunca mais.
Não mais. Nunca mais.
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